Qualquer pagamento deverá ser realizado diretamente no CNPJ da empresa ou através de link enviado pela mesma, não haverá cobrança em nome de pessoa física, advogado ou CNPJ diverso.

PRICE ou SAC: qual é melhor?

Na hora de contratar um financiamento, a parcela costuma ser o centro da conversa. Ainda assim, um ponto decisivo muitas vezes é deixado de lado: como a dívida será amortizada. Em outras palavras, é o sistema de amortização que define quanto do seu pagamento vira juros e quanto realmente reduz o saldo devedor. Por isso, decisões podem ser tomadas com base em uma “parcela que cabe no bolso”, enquanto o custo total é ignorado.

Além disso, PRICE e SAC são apresentados como se fossem apenas “formas diferentes de parcelar”. No entanto, impactos relevantes são gerados no total pago, na velocidade de queda do saldo e na sensação de progresso ao longo do contrato. Portanto, este artigo foi preparado para esclarecer as diferenças e ajudar você a entender qual modelo costuma fazer mais sentido — ou, pelo menos, quais perguntas devem ser feitas antes de assinar.
Se você quer descobrir qual sistema está no seu contrato, mande “PRICE OU SAC” no direct e peça orientação para localizar essa informação.

O que é amortização (e por que isso muda tudo)

Amortização é a parte do pagamento que reduz a dívida principal. Já os juros representam o custo do dinheiro que foi emprestado. Assim, em todo financiamento, parcela = amortização + juros + eventuais taxas/seguros.
O que muda entre PRICE e SAC é a distribuição desses componentes ao longo do tempo. Ou seja, a mesma taxa pode gerar experiências muito diferentes, porque a dívida pode cair mais rápido ou mais devagar, e os juros podem pesar mais no início ou ao longo do caminho. Por isso, o entendimento do sistema precisa ser priorizado.

Como funciona a Tabela PRICE

Na Tabela PRICE, as parcelas tendem a ser apresentadas como mais “constantes”. Isso é visto como vantagem, já que o planejamento mensal fica mais previsível. Entretanto, deve ser entendido que, no começo, a maior parte do pagamento é direcionada aos juros, enquanto uma parte menor reduz a dívida.
Com o passar do tempo, isso se inverte: a amortização aumenta e os juros diminuem. Ainda assim, a parcela costuma permanecer parecida. Por outro lado, como o saldo devedor cai mais lentamente no início, mais juros podem ser acumulados no total, dependendo do prazo e da taxa.

O que costuma ser percebido na prática:

• sensação de que “paguei e a dívida quase não caiu” no começo
• saldo devedor reduzido de forma lenta nas primeiras fases
• previsibilidade de parcela (quando não há reajustes)

Se você está pagando há meses e o saldo parece parado, mande “SALDO” no direct para receber um checklist do que comparar no seu financiamento.

SAC (Sistema de Amortização Constante)

No SAC, a amortização é mantida constante. Isso significa que, a cada parcela, uma parte fixa da dívida principal é reduzida. Como os juros são calculados sobre o saldo devedor, e o saldo cai mais rápido, os juros vão diminuindo. Por consequência, as parcelas também tendem a cair com o tempo.
Assim, o SAC costuma ser associado a um custo total de juros menor em comparação com a PRICE, quando taxa e prazo são iguais. No entanto, deve ser observado que as primeiras parcelas no SAC geralmente são mais altas. Portanto, uma renda compatível costuma ser exigida no começo do contrato.

O que costuma ser percebido na prática:
• parcelas começam mais altas e vão caindo
• saldo devedor diminui mais rápido
• sensação de progresso mais clara ao longo do tempo

PRICE ou SAC: qual é melhor?

A pergunta “qual é melhor?” é comum, mas a resposta depende do seu contexto. Em geral, o SAC costuma resultar em menos juros totais, enquanto a PRICE tende a facilitar o planejamento com parcelas mais estáveis. Ainda assim, o que deve ser avaliado é o conjunto:


sua renda suporta parcelas iniciais mais altas?
você pretende quitar antes do prazo?
seu foco está no custo total ou na parcela mensal?
existem taxas e seguros embutidos aumentando o CET?

Além disso, uma ideia importante precisa ser destacada: o sistema de amortização não deve ser analisado isoladamente. Se o CET estiver elevado por tarifas e seguros, os ganhos de um sistema podem ser reduzidos. Portanto, o contrato completo precisa ser considerado.

Quer comparar o custo real do seu contrato? Mande “CONTRATO” no direct e solicite orientação do que separar para análise.

5 critérios práticos para decidir (ou reavaliar) o sistema

1) Parcela inicial: cabe no orçamento sem sufocar?

No SAC, as primeiras parcelas podem comprometer mais renda. Se isso gerar risco de atraso, um contrato “melhor no papel” pode virar problema no dia a dia. Portanto, a capacidade real de pagamento deve ser priorizada.

2) Seu objetivo é pagar menos juros no total?

Se essa for a prioridade, o SAC costuma ser a escolha mais compatível. Isso acontece porque o saldo devedor cai mais rápido e os juros são reduzidos mais cedo.

3) Você vai manter o financiamento até o fim?

Se o plano for quitar cedo, o impacto do sistema muda. Em alguns cenários, a economia esperada pode ser diferente do que foi imaginado. Por isso, simulações precisam ser feitas.

4) Há chance de renda aumentar no futuro?

Se a renda tende a aumentar, parcelas maiores no início podem ser mais suportáveis, e a queda gradual pode trazer alívio. Nesse caso, o SAC pode ser interessante.

5) O contrato está coerente com o que foi prometido?

Às vezes, o que foi vendido verbalmente não é o que foi assinado. Isso precisa ser verificado, porque o sistema e as taxas podem ter sido registrados de forma diferente.

Como descobrir qual sistema está no seu contrato

Em geral, o sistema aparece no contrato em uma cláusula sobre amortização. Também pode ser identificado pelo comportamento das parcelas:

• parcelas iguais por muito tempo → tende a PRICE
• parcelas decrescentes → tende a SAC

No entanto, essa regra não deve ser usada como prova final, porque reajustes e seguros podem alterar valores. Por isso, o documento precisa ser conferido. Se você quer ajuda para localizar essa informação, mande “PRICE OU SAC” no direct.

PRICE e SAC não são apenas nomes de tabela: eles influenciam diretamente quanto você paga, como o saldo devedor evolui e qual é o custo total do financiamento. Em geral, o SAC tende a reduzir juros no total, enquanto a PRICE tende a manter parcelas mais previsíveis. No entanto, a decisão correta depende do seu orçamento, do prazo e das condições do contrato.
Se houver dúvida, o contrato deve ser analisado antes de qualquer decisão importante. Assim, o risco de pagar mais do que o necessário é reduzido e oportunidades de revisão podem ser identificadas.
Quer descobrir qual sistema está no seu financiamento e se os números estão coerentes? Envie “PRICE OU SAC” no direct da B&G Financeira.

 

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